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Kit básico para home office

Matheus Luque, editado por Wharrysson Lacerda 28/03/2020 19h00

Em tempos de pandemia de coronavirus, a quarentena é recomendada como medida de contenção da propagação da Covid-19. Nesse cenário, como ficam as atividades profissionais?

Para algumas ocupações, o home office é uma prática até bastante corriqueira. Ter uma boa experiência, entretanto, requer que alguns aspectos sejam considerados. E eles vão muito além da tecnologia!

É essencial, por exemplo, ter um espaço físico adequado para a atividade que se vai exercer. Lembre-se de que vai passar, em média, oito horas nesse local. Afinal, essa é a jornada comum de trabalho na maioria das atividades profissionais no Brasil.

Outro aspecto importante é o equipamento. E ele deve ser adequado às tarefas que se vai fazer. Então, o próprio trabalhador é quem vai saber quais configurações são necessárias em termos de computador, softwares e outros acessórios.

Quando se é colaborador de uma organização, é comum que o departamento de tecnologia da informação defina políticas para o trabalho a distância. E isso é o mais indicado. Assim, as máquinas em uso serão adequadas às necessidades de cada atividade e terão as ferramentas mais apropriadas para desenvolvê-las.

Uma das formas de garantir essa adequação é usar técnicas de virtualização ou de computador remoto. Assim, o profissional tem acesso a tudo o que precisa mesmo quando estiver usando um equipamento que não tem as mesmas características daquele que ele usa na empresa – e isso inclui até as ferramentas de segurança.

A equipe do aplicativo Lady Driver, liderada pela CEO Gabryella Corrêa, optou por levar os equipamentos que usava no ambiente corporativo para casa. Para ela, essa foi a forma mais adequada de manter a operação em funcionamento.

Mais um fator a ser considerado quando se pensa em home office são as políticas da empresa. Isso porque é importante que o profissional trabalhe apenas a quantidade de horas determinada para sua jornada. Tão importante quanto os demais, esse ponto muitas vezes é negligenciado.

Gabryella, do Lady Driver, incentiva os colaboradores da startup a manterem suas rotinas como se de fato estivessem indo para o escritório. Mesmo assim, eles têm liberdade para trabalhar como se sentirem melhor.

Além de tudo isso, é preciso considerar, ainda, a segurança da informação. Afinal, mesmo não estando no ambiente corporativo, o trabalho pode envolver dados sensíveis. Por isso, mantê-los preservados é essencial.

Para que o trabalho em home office seja bem-sucedido, deve-se considerar que a experiência que se tem em casa deve ser tão boa quanto aquela tida no ambiente corporativo. Só isso vai garantir que ela seja sustentável ao longo do tempo.

Uma pesquisa recente da Citrix aponta que atualmente apenas 37% das empresas permitem trabalho remoto. Com as necessidades atuais de quarentena, é provável que isso mude. Isso porque muitas organizações devem perceber os benefícios dessa mudança, tanto nos custos da empresa, que podem ser menores, quanto na qualidade de vida dos profissionais.

 


 


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