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Game Boy

Parabéns, Game Boy! Os 30 anos do primeiro portátil da Nintendo

Roseli Andrion, editado por Daniel Junqueira 31/07/2019 13h30
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A fabricante japonesa esteve na vanguarda dos videogames muitas vezes. O Game Boy é um dos maiores exemplos disso

Este artigo foi originalmente publicado no dia 21 de abril de 2019. O Olhar Digital decidiu republicá-lo para comemorar os 30 anos do lançamento ocidental do Game Boy, que foi no dia 31 de julho de 1989. Parabéns, Game Boy!


Era 1989. Mais precisamente 21 de abril de 1989. Nesse dia, a Nintendo apresentou o Game Boy para o mundo e mudou, definitivamente, o cenário do universo dos videogames. Era a primeira vez que uma fabricante colocava o console nas mãos do jogador — e no seu bolso, para que pudesse ser levado a qualquer lugar.

Se hoje jogamos títulos extremamente complexos e elaborados no celular, por exemplo, foi o Game Boy o primeiro a mostrar que essa era uma possibilidade e, por que não?, um desejo dos aficionados. Quem diria que a despretensiosa caixinha cinza com botões de controle coloridos e tela verde abriria espaço para tantas novidades?

O Game Boy é tão importante que é impossível falar da Nintendo e não lembrar dele — e de tantos outros dispositivos inventados por ela. Um dos sucessos atuais da marca, o Switch, certamente tem raízes lá atrás, no próprio Game Boy.

E o Game Boy certamente tem sua dose de NES (o console doméstico que o precedeu). Não à toa, o portátil vendeu algo como 118 milhões de unidades em todo o mundo (seu concorrente mais próximo, o Game Gear, da Sega, atingiu 10 milhões de peças vendidas).

Companhia constante

Uma das características mais marcantes do Game Boy era o fato de ele poder ser uma companhia constante para o jogador. Ao mesmo tempo, porém, podia ser jogado quando se tivesse tempo para ele — provavelmente depois de fazer as tarefas de casa ou outras atividades.

E muita gente ainda tem os consoles daquela época guardados em um cantinho especial. Obviamente, eles não se comparam aos títulos atuais — e talvez até nem funcionem mais —, mas o apego sentimental fala mais alto nesse caso.Reprodução

O sucesso do console foi tanto que perdurou por muito tempo. Quase dez anos depois do lançamento, já em 1998, foram apresentadas opções coloridas — o Game Boy Color — e, em 2001, chegou o Game Boy Advance, com design mais arrojado.

Reprodução

O sucesso do conceito pavimentou o caminho para o Nintendo DS, que chegou em 2004 para brigar com o robusto PSP, da Sony. O resultado foi que ele venceu a disputa e é, até hoje, a plataforma mais bem-sucedida da Nintendo.

Talvez seja justamente esse o grande mérito da Nintendo: fazer consoles com apelo para o jogador independentemente de suas especificações técnicas — basta dizer que o Switch não chega aos pés do PlayStation 4 ou do Xbox One X e, mesmo assim, já vendeu mais de 30 milhões de unidades.

É a experiência que eles proporcionam que conta. E o Game Boy demonstrou isso há 30 anos.

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